QUEM SOMOS

SOBRE NÓS

Com mais de 100 anos de história, atuamos com excelência na prestação de serviços notariais, oferecendo segurança jurídica, agilidade e atendimento humanizado. Somos um cartório de notas comprometido em facilitar sua vida com clareza, confiança e total respeito à lei. Aqui, cada ato é tratado com seriedade e responsabilidade.

MISSÃO

Prestar serviços notariais com excelência, segurança jurídica e agilidade, garantindo clareza e confiança em cada ato.

VISÃO

Ser referência em atendimento e inovação no serviço notarial, mantendo a tradição com foco no futuro e nas necessidades do cidadão.

VALORES

Ética, transparência, responsabilidade, respeito ao cliente e compromisso com a legalidade e a qualidade do serviço público.

TABELIONATO

Verifica-se no acervo do 1º Tabelião que a Comarca de Ibitinga inicialmente denominava-se Comarca de Boa Vista das Pedras, cuja criação ocorreu pela Lei nº 80 de 25/08/1892.

Ao longo dos anos alternou-se as mencionadas denominações (Lei nº 319 de 04/06/1895 Ibitinga // Lei nº 588de 01/12/1898 Boa Vista das Pedras // Lei nº 822 de 05/08/1902 Ibitinga).

Em 22/12/1910 passou a denominar-se Itápolis (Lei nº 1.234).

Somente em 08/12/1922 foi criada definitivamente a Comarca de Ibitinga (Lei nº 1.887, reinstalada em 05/03/1923).

Dessa forma, encontram-se nos arquivos da serventia livros e documentos dos séculos XIX e XX.

No entanto, os primeiros livros de notas do tabelionato são o nº 1-Procurações e o nº 1-Notas Auxiliar.

A abertura do livro nº 1-Procurações deu-se em 6 de março de 1923, sendo que o primeiro ato praticado ocorreu em 8 de março de 1923. Curiosamente, a procuração teve como outorgante a Câmara Municipal de Ibitinga.

Já o livro 1-Notas Auxiliar foi aberto em 16 de setembro de 1926, com a primeira escritura lavrada em 26 de setembro de 1926. De forma peculiar, trata-se de uma escritura pública de distrato de compromisso de compra e venda.

Atualmente, o acervo do Tabelionato conta com centenas de livros, primando ao longo de sua história pela conservação, publicidade, autenticidade, eficácia e fundamentalmente pela segurança jurídica dos atos jurídicos por ele praticados.

O TABELIÃO

Historiadores afirmam que o primeiro tabelião a pisar o solo brasileiro foi Pero Vaz de Caminha, português que narrou e documentou minuciosamente, embora sem precisão técnica alguma, a descoberta do Brasil e a posse da terra, com todos seus atos oficiais, traduzindo-se no único documento oficial.

Dessa forma, o tabelionato no Brasil tem origem na própria colonização portuguesa, sendo que a função de tabelião era instituída por meio de doação realizada pelo Rei ou pelas capitanias, sendo o donatário investido de um direito vitalício e hereditário. (Fonte: BRANDELLI, Leonardo. Teoria Geral do Direito Notarial, Ed. Saraiva, 3º Ed.)

Na cidade de Ibitinga o funcionamento do 1º Tabelionato é datado de 1923. O primeiro tabelião interino foi o Sr. Godofredo da Fonseca. Nesta época, os livros de notas eram confeccionados a mão pelo tabelião. Atualmente, os tabelionatos são providos por concorridos concursos públicos realizados pelos Tribunais de Justiça dos Estados, semelhantemente à Magistratura. A última vacância foi preenchida mediante aprovação em concurso público realizado pelo Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo por ato de outorga de 12/06/2013, publicado no Diário de Justiça Eletrônico em 19/06/2013, pelo atual Tabelião Andre Trevisan Mietto. Andre Trevisan Miotto é Bacharel em Direito pelo Universidade Estadual Paulista (UNESP), Mestre em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), Especialista em Direito Notarial e Registral pela Universidade Anhanguera-Uniderp e Primeiro Tabelião de Notas e Protesto de Letras e Títulos da Comarca de Ibitinga/SP.